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Cidade do Rio de Janeiro

imagem de Grupo Catena e Castro

O Rio de Janeiro é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na parte leste da região Sudeste e tem como limites os estados de Minas Gerais (N e NO), Espírito Santo (NE) e São Paulo (SO), como também o Oceano Atlântico (L e S). Ocupa uma área de 43.696,054 km², sendo pouco maior que a Dinamarca. Sua capital é o município do Rio de Janeiro. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flūmen, literalmente "rio").

Praias do Estado do Rio de Janeiro

Arraial do Cabo
Prainha

Macaé
Campista
Cavaleiros
Farol
Imbetiba
Lagomar
Pecado
São José do Barreto

Niterói
Adão
Boa Viagem
Camboinhas
Charitas
Eva
Flechas
Gragoatá
Icaraí
Itacoatiara
Itaipú
Jurujuba
Piratininga
São Francisco
Sossego

Parati
Trindade

Rio de Janeiro
Praia do Abricó
Arpoador
Barra da Tijuca
Barra de Guaratiba
Praia de Botafogo
Praia de Copacabana
Praia do Flamengo
Grumari
Praia de Ipanema
Praia da Joatinga
Leblon
Leme
Macumba
Prainha
Ramos
Recreio dos Bandeirantes
São Conrado
Praia Vermelha

Saquarema
Itaúna

Esta é a lista de bairros da cidade do Rio de Janeiro relacionados às suas respectivas regiões e zonas.

Bairro Zona/Região
Abolição Norte
Acari Norte
Água Santa Norte
Alto da Boa Vista Norte
Anchieta Norte
Andaraí Norte
Anil Oeste
Bancários Norte
Bangu Oeste
Barra da Tijuca Oeste
Barra de Guaratiba Oeste
Barros Filho Norte
Benfica Norte
Bento Ribeiro Norte
Bonsucesso Norte
Botafogo Sul
Brás de Pina Norte
Cachambi Norte
Cacuia Norte
Caju Norte
Camorim Oeste
Campinho Norte
Campo dos Afonsos Oeste
Campo Grande Oeste
Cascadura Norte
Catete Sul
Catumbi Central
Cavalcante Norte
Centro Central
Cidade de Deus Oeste
Cidade Nova Central
Cidade Universitária Norte
Cocotá Norte
Coelho Neto Norte
Colégio Norte
Complexo do Alemão Norte
Copacabana Sul
Cordovil Norte
Cosme Velho Sul
Cosmos Oeste
Costa Barros Norte
Curicica Oeste
Del Castilho Norte
Deodoro Oeste
Encantado Norte
Engenheiro Leal Norte
Engenho de Dentro Norte
Engenho da Rainha Norte
Engenho Novo Norte
Estácio Central
Flamengo Sul
Fonte da Saudade Sul
Freguesia da Ilha Norte
Freguesia de Jacarepaguá Oeste
Galeão Norte
Gamboa Central
Gardênia Azul Oeste
Gávea Sul
Gericinó Oeste
Glória Sul
Grajaú Norte
Grumari Oeste
Guadalupe Norte
Guaratiba Oeste
Higienópolis Norte
Honório Gurgel Norte
Humaitá Sul
Inhaúma Norte
Inhoaíba Oeste
Ipanema Sul
Irajá Norte
Itanhangá Oeste
Jacarepaguá Oeste
Jacarezinho Norte
Jacaré Norte
Jardim América Norte
Jardim Botânico Sul
Jardim Carioca Norte
Jardim Guanabara Norte
Jardim Sulacap Oeste
Joá Oeste
Lagoa Sul
Laranjeiras Sul
Leblon Sul
Leme Sul
Lins de Vasconcelos Norte
Madureira Norte
Magalhães Bastos Oeste
Manguinhos Norte
Maracanã Norte
Marechal Hermes Norte
Maria da Graça Norte
Moneró Norte
Méier Norte
Olaria Norte
Oswaldo Cruz Norte
Paciência Oeste
Padre Miguel Oeste
Paquetá Central
Parada de Lucas Norte
Parque Anchieta Norte
Parque Colúmbia Norte
Pavuna Norte
Pechincha Oeste
Pedra de Guaratiba Oeste
Penha Norte
Penha Circular Norte
Piedade Norte
Pilares Norte
Pitangueiras Norte
Portuguesa Norte
Praia da Bandeira Norte
Praça da Bandeira Norte
Praça Seca Oeste
Quintino Bocaiúva Norte
Ramos Norte
Realengo Oeste
Recreio dos Bandeirantes Oeste
Riachuelo Norte
Ribeira Norte
Ricardo de Albuquerque Norte
Rio Comprido Norte
Rocha Norte
Rocinha Sul
Rocha Miranda Norte
Saúde Central
Sampaio Norte
Santa Cruz Oeste
Santa Teresa Central
Santíssimo Oeste
Santo Cristo Central
Senador Camará Oeste
Senador Vasconcelos Oeste
Sepetiba Oeste
São Conrado Sul
São Cristóvão Norte
São Franscisco Xavier Norte
Tanque Oeste
Taquara Oeste
Tauá Norte
Tijuca Norte
Todos os Santos Norte
Tomás Coelho Norte
Turiaçu Norte
Urca Sul
Vargem Grande Oeste
Vargem Pequena Oeste
Vasco da Gama Norte
Vaz Lobo Norte
Vicente de Carvalho Norte
Vidigal Sul
Vigário Geral Norte
Vila da Penha Norte
Vila Isabel Norte
Vila Kosmos Norte
Vila Militar Oeste
Vila Valqueire Oeste
Vista Alegre Norte
Zumbi Norte

Os municípios mais populosos são: Rio de Janeiro, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Niterói, São João de Meriti, Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Volta Redonda, Magé, Itaboraí, Mesquita, Nova Friburgo, Barra Mansa e Macaé. O Estado é formado por duas regiões morfologicamente distintas: a baixada e o planalto, que se estendem, como faixas paralelas, do litoral para o interior. Paraíba do Sul, Macaé, Guandu, Piraí e Muriaé são os rios principais. O clima é tropical.

Geografia do Rio de Janeiro
Ver artigo principal: Geografia do Rio de Janeiro
O estado do Rio faz parte do bioma da Mata Atlântica brasileira, tendo em seu relevo montanhas e baixadas localizadas entre a Serra da Mantiqueira e Oceano Atlântico, destacando-se pelas paisagens diversificadas, com escarpas elevadas à beira-mar, restingas, baías, lagunas e florestas tropicais. Fazendo divisa com os estados de Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais, o Rio de Janeiro é um dos menores estados do país e o menor da região Sudeste.

Possui uma costa com 635 quilômetros de extensão, banhados pelo Oceano Atlântico, sendo superada em tamanho apenas pelas costas da Bahia e Maranhão.

Etnias do Rio de Janeiro
A população do Rio de Janeiro tem suas origens sobretudo em dois povos: os portugueses e os africanos. Até meados do século XIX, a maioria da população fluminense era composta por negros, porém, o número de imigrantes portugueses desembarcados na cidade do Rio passou a crescer repentinamente naquele século, o que fez com que praticamente se igualasse o número de pessoas de origem africana e as de origem portuguesa. Somando-se aos indígenas, outros povos também contribuíram para a formação da população do estado.

Os primeiros imigrantes não-portugueses a chegar na região foram os suíços, em 1818, fundando na região das serras a cidade de Nova Friburgo. Pouco mais tarde, começariam a chegar os alemães, que também rumaram para as serras, principalmente para a região de Petrópolis. Italianos e espanhóis chegariam mais tarde, contribuindo também para a diversidade étnica do Rio de Janeiro. Finlandeses instalaram-se também em Penedo, distrito da cidade de Itatiaia, no Sul Fluminense, onde mantém uma colônia até os dias atuais. A chegada dos alemães em Nova Friburgo se deu em 1823, um ano antes de começar a colonização alemã no Rio Grande do Sul , erradamente apontado por muitos como o estado onde começou a colonização alemã no Brasil.

Solos do Rio de Janeiro
De um modo geral, os solos fluminenses são relativamente pobres. Os solos mais propícios à utilização agrícola encontram-se em Campos dos Goytacazes, Cantagalo, Cordeiro e em alguns municípios do vale do rio Paraíba do Sul.

Relevo do Rio de Janeiro
Existem no estado duas unidades de relevo: a Baixada Fluminense, que corresponde às terras situadas em geral abaixo de 200m de altitude, e o Planalto ou Serra Fluminense, acima de 200 metros.

A Baixada Fluminense acompanha todo o litoral e ocupa cerca de metade da superfície do Estado. Apresenta largura variável, bastante estreita entre as baías da Ilha Grande e de Sepetiba, alargando-se progressivamente no sentido leste, até o rio Macacu. Nesse trecho, na capital, erguem-se os maciços da Tijuca e da Pedra Branca, que atingem altitudes um pouco superiores a 1.000 metros. Da baía da Guanabara até Cabo Frio, a baixada volta a estreitar-se uma sucessão de pequenas elevações, de 200 a 500 metros de altura, os chamados maciços litorâneos fluminenses. A partir de Cabo Frio, alarga-se novamente, alcançando suas extensões máximas no delta do rio Paraíba do Sul.

O Planalto ou Serra Fluminense ocupa o interior do Estado, por isso está localizado entre a Baixada Fluminense, ao sul e o vale do rio Paraíba do Sul. A elevação da Serra do Mar, ao norte da baixada, forma o seu rebordo. A Serra do Mar recebe diversas denominações locais: serra dos Órgãos, com o Pico Maior de Friburgo (2.316 metros), a Pedra do Sino (2.263 metros) e Pedra-Açu (2.232 metros), das Araras, da Estrela e do Rio Preto. A serra da Mantiqueira cobre o noroeste do Estado, ao norte do vale do rio Paraíba do Sul, onde é paralela à Serra do Mar. O ponto mais alto do Rio de Janeiro, pico das Agulhas Negras (2.791 metros) localiza-se no maciço de Itatiaia, que se ergue da serra da Mantiqueira. Para o interior, o planalto vai diminuindo de altitude, até chegar ao vale do rio Paraíba do Sul, onde a média cai para 250 metros. A nordeste, observa-se uma série de morros e colinas de baixas altitudes.

Clima do Rio de Janeiro
Vista das praias de Ipanema e LeblonO estado possui um clima muito variado e com verões quentes a cada ano que passa. Na Baixada Fluminense, , domina o clima tropical semi-úmido, com chuvas abundantes no verão e invernos secos. A temperatura média anual é de 23ºC e o índice pluviométrico chega a 1.500 milímetros anuais. Nos pontos mais elevados da região serrana, limite entre a Baixada Fluminense e a Serra Fluminense, observa-se o clima tropical de altitude, mas com verões quentes e chuvosos e invernos frios e secos. A temperatura média anual é de 16ºC. Na maior parte da Serra Fluminense, o clima também é tropical de altitude, mas com verões variando entre quentes e amenos e na maioria das vezes, chuvosos, e invernos frios e secos.

A menor temperatura já registrada no estado foi no Pico das Agulhas Negras, onde nos invernos mais rigorosos costuma haver forte nevasca e a temperatura já chegou a -11,3ºC (oficialmente) e não oficialmente a -15,0ºC. A média histórica dos invernos na Serra da Mantiqueira fica próxima a de La Paz: 6.3ºC, sendo a média de mínimas 0ºC e média de máximas 14ºC. É um dos lugares mais frios do Brasil, não sendo a cidade mais fria por não haver população (situa-se num parque nacional) que se localiza a mais de 2.500 metros de altitude.

Vegetação do Rio de Janeiro
Jardim Botânico do Rio de JaneiroDevido à ocupação agropastoril, o desmatamento modificou sensivelmente a vegetação original do Estado. Atualmente, as florestas ocupam um décimo do território fluminense, concentrando-se principalmente nas partes mais altas das serras. Há grandes extensões de campos produzidos pela destruição, próprios para a pecuária, e, no litoral e no fundo das baías, registra-se a presença de manguezais (conjunto de árvores chamadas mangues, que crescem em terrenos lamacentos).

Hidrografia do Rio de Janeiro
O rio Paraíba do Sul é o principal rio do Estado. Nasce em Taubaté e desemboca no Oceano Atlântico — como a maior parte dos rios fluminenses —, na altura de São João da Barra. Seus principais afluentes, no Estado, são o Paraibuna, Pomba e o Muriaé, pela margem esquerda, o Piabinha e o Piraí pela margem direita. Além do Paraíba do Sul, destacam-se. de norte para sul, os rios Itabapoana, que marca fronteira com o Espírito Santo, o Macabu, que deságua na lagoa Feia, o Macaé, o São João, o rio Macacu, o Majé e o Guandu.

Lista de rios do Rio de Janeiro
O litoral fluminense é pontilhado por numerosas lagoas, antigas baías fechadas por cordões de areia. As mais importantes são as lagoas Feia, a maior do Estado, Araruama, Saquarema, Maricá, Marapendi, Jacarepaguá e Rodrigo de Freitas, as três últimas no município do Rio de Janeiro.

Litoral do Rio de Janeiro
O litoral do Rio de Janeiro é muito recortado no seu trecho sul. Os principais acidentes são a baía da Ilha Grande, a ilha Grande, a restinga da Marambaia, a baía de Sepetiba e a baía de Guanabara.

Economia do Rio de Janeiro
Praia de Copacabana.
Grande parte da economia fluminense se baseia na prestação de serviços, tendo ainda uma parte significativa de indústria e pouca influência da agropecuária.

62,1% em representação do seu PIB representam a prestação de serviços em áreas como telecomunicações, audiovisual, tecnologia da informação - TI, turismo, turismo de negócios, ecoturismo seguros e comércio. A cidade do Rio de Janeiro é sede da maior parte das operadoras de telefonia do país, como TIM, Oi, Telemar, Embratel, Intelig e Vésper. No setor de vendas em varejo o estado também ocupa posição de destaque. No Rio de Janeiro estão as sedes de grandes cadeias como Lojas Americanas - e, por conseguinte, de empresas por ela controladas como Blockbuster, Americanas.com e Submarino.com - , Ponto Frio e Casa e Video.

Em seguida, com 37,5% do PIB vem a indústria - Metalúrgica, siderúrgica, gás-química, petroquímica, naval, automobilistica, audiovisual, cimenteira, alimentícia, mecânica, editorial, gráfica, de papel e celulose, de extração mineral, extração e refino de petróleo. A indústria química e farmacêutica também ocupa papel de destaque na economia fluminense. Segundo dados da Associação Comercial do Rio de Janeiro, dos 250 laboratórios existentes no país, 80 operam no estado, com destaque para Merck, Glaxo, Roche, Arrow, Barrenne, Casa Granado, Darrow Laboratórios, Gross, Baxter, Schering-Plough, Musa, Daudt, Lundbeck, Mayne e Mappel. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no bairro de Manguinhos, é o maior laboratório público da América Latina e um dos maiores do mundo e ocupa posição de destaque na pesquisa de remédios para diversas moléstias. A Ceras Johnson, fabricante de inúmeros produtos de limpeza e desintetizantes também tem sede no Rio de Janeiro.

No setor de petróleo, estão sediadas no Rio de Janeiro as maiores empresas do país, incluindo a maior companhia brasileira, a Petrobras. Além dela, Shell, Esso, Ipiranga, El Paso mantêm seus quartéis-generais e centros de pesquisa no estado. Juntas, todas estas empresas produzem mais de 4/5 dos combustíveis distribuídos nos postos de serviço do país. O Governo do Estado monitora a produção de petróleo e gás através do CIPEG.

Finalmente, respondendo por apenas 0,4% do PIB fluminense, a agropecuária é apoiada quase integralmente na produção de hortaliças da Região Serrana e do Norte Fluminense. No passado, cana de açúcar e, depois, café já tiveram considerável impacto na economia fluminense.

O estado do Rio de Janeiro é a segunda maior economia do Brasil, perdendo apenas para São Paulo , e a quarta da América do Sul, tendo um Produto Interno Bruto superior ao do Chile, com uma participação no PIB nacional de 15,8% (2005 – Fundação CIDE e IBGE) e com a segunda renda per capita brasileira, perdendo apenas para o Distrito Federal.

A cidade é freqüentemente associada à produção audio-visual. Segundo dados do Ministério da Cultura, cerca de 80% das produtoras cinematográficas do país têm sede no Rio de Janeiro, e é da mesma proporção a produção de filmes do estado em relação ao total nacional. O Rio é sede da Delart, maior empresa de tradução e dublagem do Brasil, e berço e quartel-general das Organizações Globo, maior conglomerado de empresas de comunicações e produção cultural da América Latina. Nominalmente, estão na cidade as sedes da Rede Globo de Televisão, da Globosat, maior empresa de televisão geradora de conteúdo por assinatura do país, da Rádio Globo e do jornal O Globo, primeira empresa da holding.

Recentemente, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cidade foi escolhida como cabeça de rede da TV Brasil, a emissora estatal que surgirá pela fusão da Radiobrás, de Brasília, com a Rede Brasil (TVE Brasil), já sediada na capital fluminense.

Cultura e Educação do Rio de Janeiro
Theatro MunicipalO Estado do Rio de Janeiro, possui o maior nível de educação no Brasil. Apesar da precariedade, os estudos mostram que a nível nacional, escolas públicas fluminenses possuíram bons índices de aproveitamento no último censo.

O Estado possui o maior número de universidades federais do Brasil, são elas: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (maior universidade federal do país), Universidade Federal Fluminense - UFF, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UniRio. As demais, Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ, Universidade Estadual do Norte Fluminense - UENF também possuem também grande destaque, e são mantidas pelo governo fluminense.

A força cultural do estado está espelhada principalmente na capital, a cidade do Rio de Janeiro, que pode ser considerada também a "capital cultural do Brasil". O município de Niterói, nos últimos anos começou uma grande revolução nesse setor quando houve a inauguração do Museu de Arte Contemporânea da Cidade (Obra de Oscar Niemeyer) e em breve a inauguração do Caminho Niemeyer, projeto do mesmo arquiteto do MAC, que contará com teatro, cinemas, museu, igrejas e um centro de memória.

O estado do Rio de Janeiro ainda é responsável por quase 70% da produção audiovisual do país. Possuindo a capital, também, cerca de 180 salas de cinema, maior proporção do país entre as capitais, maior proporção também de museus, são 80 no total e 43 Teatros.

Entre os principais museus do estado estão o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA); Museu Histórico Nacional; Museu Histórico da República; Museu Chácara do Céu; Museu de Arte Moderna (MAM); Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista; Museu de Arte Contemporânea (MAC); Forte de Copacabana - Museu Histórico do Exército.

História do Rio de Janeiro
Capitania Real e capital do vice-reino
Batalha na Baía de Guanabara entre franceses e portugueses, em 15 de março de 1560, que culminou com a destruição do Forte Coligny.À época do estabelecimento do sistema de Capitanias Hereditárias no Brasil, o território do atual estado do Rio de Janeiro encontrava-se compreendido em trechos da Capitania de São Tomé e da de São Vicente.

Não tendo sido colonizado pelos portugueses, em virtude da hostilidade dos indígenas estabelecidos neste litoral, entre 1555 e 1567, a baía de Guanabara foi ocupada por um grupo de colonos franceses, sob o comando de Nicolas Durand de Villegaignon, que aqui pretendiam instalar uma colônia de povoamento, a França Antártica.

França Antártica
Visando evitar esta ocupação, assegurando a posse do território para a Coroa de Portugal, em 1º de março de 1565, foi fundada a cidade do Rio de Janeiro, por Estácio de Sá, vindo a constituir-se, por conquista, a Capitania Real do Rio de Janeiro.

Século XVII
No século XVII, a pecuária e a lavoura de cana-de-açúcar impulsionaram o progresso, definitivamente assegurado quando o porto começou a exportar o ouro extraído de Minas Gerais, no século XVIII. Entre 1583 e 1623 a área de maior destaque de produção de açúcar, no sul do Brasil, se deslocou de São Vicente para o Rio de Janeiro, na região da baía de Guanabara. Se, em 1629 havia 60 engenhos em produção no Rio de Janeiro, em 1639 já havia 110 engenhos e o Rio de Janeiro passou a fornecer açúcar a Lisboa, devido à tomada de Pernambuco durante as Invasões holandesas do Brasil. Ao final do século havia 120 engenhos na região.

Com a Restauração da Independência Portuguesa, em 1640, os comerciantes e donos de embarcações receberam permissão de comerciar diretamente com a África, a partir do porto do Rio de Janeiro, visando complementarmente ao tráfico de escravos para o Rio da Prata. Tal comércio foi bastante impactado pela tomada de Angola pelos holandeses, na mesma época. A utilização de escravos indígenas foi ampliada, mas os comerciantes e proprietários tiveram que se indispor com os jesuítas por causa das proibições papais relativas à escravização dos índios.

A Carta Régia de 6 de junho de 1647, passada pela Chancelaria de D. João III, outorgou o título de "a muy leal cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro" o que lhe assegurava os mesmos privilégios de cidades como Lisboa ou o Porto, na metrópole.

O cultivo do açúcar foi incrementado e com isto aumentou-se a necessidade de escravos, mas a situação foi resolvida com a retomada de Angola em 1648, trazendo tranquilidade às relações com os jesuítas. Apesar disso, os preços do açúcar flutuavam constantemente e sofreram baixas entre 1635 e 1645, com a conquista de Pernambuco pelos holandeses e entre 1659 e 1668, devido à proibição de fabricação e venda de aguardente, usada no comércio com a África, e também com a Revolta Municipal - na cidade do Rio - de 1660 contra a verdadeira dinastia de Salvador Correia de Sá e Benevides.

Outro produto importante de exportação era o tabaco, em proporção menor que a Bahia e Pernambuco. A pesca da baleia na Guanabara era um setor econômico importante e em 1644 a municipalidade do Rio criou um imposto sobre esta indústria.

Com Salvador Correia de Sá e Benavides, o Rio adquiriu uma importante manufatura da construção naval, que chegou a construir o «Padre Eterno» com seus 114 canhões, mas o setor não se manteve e decaiu por falta de mão-de-obra. O porto, no início somente militar, passou a porto do açúcar e importador de escravos. A cabotagem aumentou a partir de 1660 incluindo o comércio legal com as outras Capitanias e o comércio ilegal com Buenos Aires, que enriqueceu um grupo de comerciantes.

Em 1645, com ataques holandeses aos barcos mercantes, foi criado o Sistema de Frotas único para o Brasil, que se fazia uma vez por ano, com forte escolta de barcos de guerra. Embarcações de particulares podiam se juntar à frota, mas havia restrições quanto à participação a barcos grandes, o que afastava muitos proprietários de navios. Havia ainda o problema da carestia dos fretes. Portugal, como necessitava de dinheiro, de soldados e de barcos para a luta contra os holandeses no Nordeste e em Angola, cedeu às exigências e incluiu a participação de barcos menores. A frota chegava a Lisboa, depois de percorrer diversos portos brasileiros, com um número de 70 a 90 embarcações.

Um problema constante no Rio era a falta de moeda, crítica em 1640, com o fim da União Ibérica. Mas a descoberta de ouro na região das Minas Gerais e a criação de uma Casa da Moeda no Rio, em 1698, veio solucionar o problema.

Desde 1649 fora criada a Companhia Geral de Comércio do Brasil, que não dispunha de capital suficiente e, quando tinha, era desviado para atividades militares. A Companhia tinha o monopólio da venda de vinho, bacalhau, farinha de trigo e azeite no Brasil. Em 1659 a Companhia perdeu o monopólio que impedia a fabricação e venda de aguardente e em 1720 seria extinta.

Século XVIII
Em 1763, o Rio de Janeiro se tornou a sede do Vice-reino do Brasil e a capital da colônia.

Com a mudança da família real para o Brasil, em 1808, também na época da tomada da Península Ibérica por Napoleão, a região foi muito beneficiada com reformas urbanas para abrigar a Corte portuguesa. Dentro das mudanças promovidas destacam-se: a transferência de órgãos de administração pública e justiça, a criação de novas igrejas, hospitais, quartéis, fundação do primeiro banco do país - o Banco do Brasil - e a Imprensa Régia, com a Gazeta do Rio de Janeiro.Nos anos seguintes também surgiram o Jardim Botânico, a Biblioteca Real (hoje Biblioteca Nacional) e a Academia Real Militar, antecessora da atual Academia Militar das Agulhas Negras.

Assim, ocorreu um processo de introdução cultural, influenciada não somente pelas informações trazidas pela chegada da Família Real, mas também pela presença de artistas europeus que foram contratados para registrar a sociedade e natureza brasileira. Nessa mesma época, nasceu a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.

Criação do Município Neutro
Niterói Após a transferência da Corte portuguesa para a cidade do Rio de Janeiro, a autonomia, que a província tanto aspirava, não foi alcançada da mesma forma que as demais, já que ao ministro do Reino, cargo que foi praticamente um substituto para o de Vice-Rei com relação ao Rio de Janeiro, era confiada a sua administração.

Aliado a isto, estava o fato de que a cidade do Rio era a capital do Império, o que fazia com que o ministro administrasse a província inteira por meio de "avisos", os quais dirigia às Câmaras Municipais de cidades que, naquela época, cresciam à passos largos devido à ampliação e fortalecimento da lavoura cafeeira, que já sobrepujava à força da lavoura canavieira na região Norte Fluminense.

Estas diferenças que haviam com relação as demais unidades administrativas do fez com que no ano de 1834 a cidade do Rio fosse transformada em Município Neutro, permanecendo como capital do país, enquanto a província passou a ter a mesma organização político administrativa das demais, tem agora sua capital em Vila Real da Praia Grande, que no ano seguinte passou a se chamar Niterói.

Já a cidade do Rio passou a ter uma Câmara Municipal, que cuidaria da vida daquela cidade sem interferência de um presidente de província, e em 1889, após a implantação da República, a mesma continuou como capital, sendo o Município Neutro transformado em Distrito Federal e a província em Estado. Com a mudança da capital para Brasília, em 1960, o município do Rio de Janeiro tornou-se o Estado da Guanabara.

Ascensão e queda do poder cafeeiro
A despeito da grande rotatividade ocorrida no poder da província fluminense logo após a criação do Município Neutro (que lhe deu 85 governantes até o fim do Império), a expansão da lavoura cafeeira trouxe prosperidade nunca antes alcançada nesta região.

Tanto com o surgimento de novos centros urbanos pela província, quanto pelo explendor exibido nas fazendas dos "barões do café" via-se a prosperidade trazida pelo "Ouro Verde", que também trouxe desenvolvimento da educação, notado pela construção de várias escolas por todas as cidades.

Com isso convivia, porém, o trabalho escravo, base de sustentação da sociedade cafeeira fluminense e que crescia sem parar à medida que as lavouras se ampliavam pelo Vale do Paraíba. Nesse período, a província se tornou a mais rica e poderosa no país e sua principal exportadora.

Essa situação perdurou até por volta de 1888. Com a abolição da escravatura, a aristocracia fluminense se empobrece, já que não tem mais sua mão-de-obra e ainda vê a exaustão do solo e a redução das safras colhidas ano após ano.

O estado do Rio e a República Velha
A decadência foi a tônica na província nos últimos dias do regime imperial. Na luta pela República, vários foram os fluminenses que se distinguiram, cabendo citar Antônio da Silva Jardim, Lopes Trovão, Rangel Pestana, entre outros. Também forte foi a presença na campanha abolicionista.

Com a proclamação da República, logo ocorreram problemas políticos que foram, com o tempo, lhe retirando a grandeza e o destaque conseguidos durante o Império.

Cidade do Rio de Janeiro em 1895Após a aprovação da nova Constituição estadual, em 9 de abril de 1892, a capital foi transferida para a cidade de Petrópolis, devido às agitações que ocorreram durante o governo do Marechal Floriano Peixoto nas cidades do Rio e de Niterói, e também à Revolta da Armada, ocorrida naquela época.

Após diversos anos em que lutas políticas fizeram o Estado perder o rumo administrativo, fato comprovado pela dualidade de Assembléias Legislativas por três períodos, estas fazem aumentar ainda mais a crise econômica fluminense, que se arrasta de tal maneira a transformar, gradualmente, suas plantações de café em pastagens para a pecuária e a fazer com que o mesmo não acompanhe o desenvolvimento industrial experimentado por São Paulo.

A Revolução de 30 e o Estado Novo
Com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, vários interventores foram nomeados, o que não alterou o quadro sócio-econômico fluminense até que, em 1937, é nomeado Ernani do Amaral Peixoto, genro de Vargas (este casou-se com Alzira Vargas em 1939) e que pôde realizar muito pelo Estado, dando incentivo ao seu desenvolvimento industrial, com a construção, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda, no Vale do Paraíba fluminense e da Fábrica Nacional de Motores (FNM), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, bem como a expansão da malha rodoviária estadual.

Amaral Peixoto ainda mobilizou a população fluminense no esforço de guerra, que resultou na aquisição, com os recursos arrecadados, de um novo navio para a Marinha de Guerra brasileira.

Data desse período, também, a formação de várias instituições de ensino superior e centros de estudo sobre a cultura e história fluminenses, que procuravam resgatar a memória e construir uma identidade para a população do Estado, esvaziado econômica e politicamente desde o fim do Segundo Império.

A redemocratização e o Golpe de 1964
Com a queda de Vargas, Amaral Peixoto foi afastado do comando do Estado e cinco interventores sucederam-se no governo fluminense até a eleição, em 1947 de Edmundo de Macedo Soares e Silva, construtor da usina de Volta Redonda, que reorganizou a administração e as finanças estaduais, bem como continuou o incentivo à industrialização e à produção agropecuária.

Foi sucedido, entretanto, por Amaral Peixoto, que dá nova força à expansão industrial e rodoviária, datando desse período a criação da Companhia Nacional de Álcalis.

Até o ano de 1964, os governos estaduais procuram dinamizar a economia fluminense, reformando a estrutura do estado, organizando sua educação superior (cria-se em 1960 a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, posteriormente Universidade Federal Fluminense), melhorando a infra-estrutura elétrica (é desse período a criação das Centrais Elétricas Fluminenses, posteriormente CERJ) e dando nova feição à cidade de Niterói.

Após o Golpe de 1964, o governador Badger da Silveira, recém-eleito em 1963, é afastado do cargo, sendo substituído pelo General Paulo Torres que trata de criar a Companhia de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro.

Segue-se a ele Geremias Fontes e Raimundo Padilha, que seria o último governador do Estado do Rio antes da fusão com o da Guanabara, datando do seu governo a conclusão da Ponte Rio-Niterói e o início da construção da usina nuclear de Angra dos Reis.

O novo estado do Rio
Pão de Açúcar Após a edição da Lei Complementar nº20 em 1974, assinada pelo presidente Ernesto Geisel, fundiram-se os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro em 15 de março de 1975. A capital do novo estado (que manteve o nome de Rio de Janeiro) passou a ser a cidade do Rio de Janeiro, voltando-se a situação político-territorial anterior a 1834, ano da criação do Município Neutro. Foram mantidos ainda os símbolos do antigo estado do Rio, enquanto os símbolos da Guanabara passaram a ser os símbolos do município do Rio.

Alguns alegam que a motivação por trás do presidente Geisel para a fusão foi neutralizar a força oposicionista do MDB no estado da Guanabara. O antigo estado do Rio de Janeiro, tradicionalmente foi considerado um pólo de conservadorismo, vide governos sucessivos do PSD e posteriormente da ARENA, apesar da grande força do PTB (que elegeu os dois últimos governadores antes de 1964), e depois do MDB nessa região, o que levou à errônea conclusão que esta viria a neutralizar a oposição emedebista guanabarina, evitando maiores problemas para o governo militar, que acaba por indicar como primeiro governador do "novo" estado o almirante Floriano Peixoto Faria Lima.

Apesar de Faria Lima assumir o estado com promessas do governo federal de maciços investimentos, a fim de compensar os problemas que poderiam advir da fusão, esses não se concretizaram plenamente, mesmo com a implantação das usinas nucleares em Angra dos Reis e a expansão da Companhia Siderúrgica Nacional, o que acarretou problemas que viriam a ser sentidos, principalmente nas áreas de habitação, educação, saúde e segurança partir da década de 1980.

Com a abertura política e a volta das eleições diretas para governador, os fluminenses elegem no ano de 1982 Leonel de Moura Brizola (PDT), exilado político desde 1964 que voltava ao Brasil com a bandeira do trabalhismo varguista, o que conquistou o eleitorado insatisfeito com o segundo governo de Chagas Freitas.

Brizola angaria nesse primeiro mandato a antipatia do eleitorado conservador devido as suas políticas de amparo às comunidades carentes, encaradas como de cunho populista. No seu primeiro governo, Brizola constrói o Sambódromo e dá início aos Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), escolas projetadas por Oscar Niemeyer e idealizadas pelo professor Darcy Ribeiro para funcionarem em tempo integral. A crescente crise na área da segurança pública e os desgastantes atritos com as Organizações Globo acabaram por impedir que ele fizesse seu sucessor.

Nas eleições de 1986, Moreira Franco é eleito governador pelo PMDB numa ampla aliança antibrizolista que ia do PFL ao PC do B. Moreira teve a ajuda do Plano Cruzado, plano econômico lançado no governo do presidente José Sarney que visava o controle da inflação e que malogrou ante a acusação, por parte da oposição, de ter sido eleitoreiro. A decepção com o governo Moreira Franco, que não cumpriu a promessa de acabar com a violência em seis meses, levou o eleitorado fluminense a eleger Leonel Brizola novamente, em 1990.

Em seu segundo mandato Brizola conclui os CIEPs, constrói a Linha Vermelha, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), amplia o sistema de abastecimento hídrico do Guandú e dá início ao Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG). Porém os problemas crônicos na área de segurança bem como nas contas públicas estaduais, fazem o Estado sofrer uma "intervenção branca" do governo federal no ano de 1992, durante a conferência mundial sobre ecologia ECO-92, e também no ano de 1994. A utilização de tropas das Forças Armadas no patrulhamento das ruas da capital é amplamente apoiada pela população.

Em meio a esses problemas, Brizola renuncia ao mandato a fim de concorrer às eleições presidenciais. O governo estadual é assumido pelo seu vice Nilo Batista que após 8 meses passa o comando para Marcello Alencar, eleito pelo PSDB em 1994 graças ao bom desempenho de sua passagem pela prefeitura da cidade do Rio e ao sucesso Plano Real. Marcello retoma as obras do Metrô paralisadas desde a gestão Moreira Franco, constrói a Via Light e implementa uma política de segurança pública mais voltada ao confronto armado, o que acaba por gerar antipatia da população de baixa renda, mais exposta aos enfrentamentos entre a polícia e bandidos.

Na eleição seguinte, Anthony Garotinho, apadrinhado à época por Brizola e que anteriormente havia perdido a eleição para Alencar, é eleito governador pelo PDT, apoiado por uma aliança de esquerda que inclui como vice na chapa a então senadora Benedita da Silva, do PT, que o substitui em 2002 quando ele também renuncia, como Brizola, visando a corrida presidencial. Benedita assume em meio a problemas de ordem fiscal que acabam por impedí-la de se reeleger, sendo derrotada por Rosinha Garotinho, esposa de Anthony Garotinho, que procura, após eleita, manter o estilo por vezes controvertido de governar de seu marido, enfrentando ainda duras críticas com relação à situação da segurança pública.

Jockey Clube Brasileiro (ao fundo)Nas eleições de 2006 o eleitorado fluminense elegeu Sérgio Cabral Filho como o novo governador. A vitória ocorreu no segundo turno após vencer a ex-juíza Denise Frossard, apoiada por Cesar Maia. Apesar de pertencer ao mesmo partido de Garotinho e Rosinha (PMDB) Cabral vem dissociando, desde a campanha, sua imagem da do casal. A aproximação com o presidente Lula, a nomeação de Benedita da Silva e Joaquim Levy para o seu secretariado e a extinção de projetos como o Cheque-Cidadão e Jovens pela Paz (considerados como marcas registradas do período Garotinho/Rosinha) foram atitudes tomadas por Cabral que sinalizam este distanciamento.

Clubes da Capital do Rio de Janeiro
Esporte no Rio de Janeiro
O Campeonato Carioca adquiriu a sua tradição e importância nos tempos em que a cidade do Rio de Janeiro era a capital da República e, mais tarde, capital (e única cidade) do estado da Guanabara. Ate' a fusão da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro em 1974, o Campeonato Carioca era disputado apenas pelos clubes da cidade:

América Football Club
Bangu Atlético Clube
Bonsucesso Futebol Clube
Botafogo de Futebol e Regatas
Campo Grande Atlético Clube
Clube de Regatas do Flamengo
Fluminense Football Club
Madureira Esporte Clube
Olaria Atlético Clube
Associação Atlética Portuguesa
São Cristóvão de Futebol e Regatas
Club de Regatas Vasco da Gama

Lista de municípios do Rio de Janeiro por população, em ordem decrescente, baseada em estimativa do IBGE para julho de 2006.

Mais de 500.000 habitantes
Município População do Rio de Janeiro

1 Rio de Janeiro 6.136.652
2 São Gonçalo 973.372
3 Duque de Caxias 855.010
4 Nova Iguaçu 844.583

Mais de 100.000 habitantes
Município População

5 Belford Roxo 489.002
6 Niterói 476.669
7 São João de Meriti 466.996
8 Campos dos Goytacazes 429.667
9 Petrópolis 310.216
10 Volta Redonda 258.145
11 Magé 237.000
12 Itaboraí 220.981
13 Mesquita 185.552
14 Nova Friburgo 178.102
15 Barra Mansa 176.151
16 Cabo Frio 165.591
17 Macaé 160.725
18 Teresópolis 150.921
19 Nilópolis 150.475
20 Angra dos Reis 144.137
21 Queimados 139.118
22 Resende 119.729
23 Araruama 100.378

Mais de 50.000 habitantes
Município População

24 Maricá 99.052
25 Japeri 96.209
26 Itaguaí 95.757
27 Barra do Piraí 95.380
28 Itaperuna 93.165
29 São Pedro da Aldeia 78.717
30 Seropédica 76.788
31 Três Rios 76.422
32 Valença 70.375
33 Saquarema 63.232
34 Cachoeiras de Macacu 54.703
35 Rio Bonito 53.039

Mais de 25.000 habitantes
Município População

36 Rio das Ostras 49.868
37 São Francisco de Itabapoana 46.900
38 Guapimirim 45.251
39 Paracambi 43.467
40 Santo Antônio de Pádua 42.686
41 Paraíba do Sul 39.988
42 São Fidélis 38.421
43 Bom Jesus do Itabapoana 36.450
44 Parati 33.695
45 Vassouras 33.522
46 Itatiaia 31.144
47 Tanguá 30.097
48 Mangaratiba 30.057
49 São João da Barra 28.775
50 Miracema 28.522
51 Paty do Alferes 27.766
52 Miguel Pereira 27.195
53 Casimiro de Abreu 26.978
54 Arraial do Cabo 26.842

Mais de 10.000 habitantes
Município População

55 Piraí 24.363
56 Bom Jardim 24.145
57 Armação de Búzios 23.874
58 Silva Jardim 23.574
59 Itaocara 23.055
60 Pinheiral 23.014
61 São José do Vale do Rio Preto 21.375
62 Cantagalo 20.876
63 Iguaba Grande 20.177
64 Cordeiro 19.973
65 Conceição de Macabu 19.875
66 Sapucaia 18.434
67 Rio Claro 18.122
68 Mendes 17.800
69 Porciúncula 16.980
70 Quissamã 16.044
71 Carmo 15.866
72 Natividade 15.485
73 Porto Real 15.309
74 Sumidouro 15.062
75 Cambuci 14.398
76 Italva 12.515
77 Cardoso Moreira 12.441
78 Engenheiro Paulo de Frontin 12.240
79 Quatis 12.182
80 Areal 11.147
81 Duas Barras 10.673
82 Carapebus 10.389
83 Santa Maria Madalena 10.200

Mais de 5.000 habitantes
Município População

84 Trajano de Morais 9.593
85 Aperibé 9.279
86 São Sebastião do Alto 8.809
87 Comendador Levy Gasparian 8.551
88 Rio das Flores 8.493
89 Varre-Sai 8.391
90 Laje do Muriaé 8.238
91 São José de Ubá 6.738

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